Administrador(a): faça sua atualização cadastral

Administradores precisam ter seus dados cadastrais atualizados para poder participar do pleito O Conselho Federal de Administração realizará, em outubro, as eleições do Sistema CFA/CRAs, quando serão renovados 1/3 dos conselheiros federais e regionais. Para que os profissionais estejam aptos a votar, precisam atualizar seus dados cadastrais junto ao Conselho Regional de Administração (CRA) da sua jurisdição. O Conselho ressalta ainda que essa atualização é muito importante, porque dá direito ao voto e é por meio dela que se formará o colégio eleitoral, além dos profissionais ficarem em dia com suas obrigações junto ao Regional. Além disso, o voto, além de ser um dever do profissional da Administração, é um direito democrático de escolher quem vai conduzir o Conselho pelos próximos anos. Por meio dele o profissional concretiza o exercício da democracia e escolha de seus representantes. Para ser candidato, é preciso ser administrador ou tecnólogo com dois anos, no mínimo, de registro profissional em CRA, mas todos os profissionais registrados e em dia com o CRA podem votar. Para fazer a sua atualização, acesse o Serviços Online ou informe-se pelo telefone (41) 3311 5555.
O que o mercado espera do profissional do futuro

Impulsionado por mudanças tecnológicas, o mercado de trabalho tem acompanhado de forma contínua e acelerada as principais tendências socioculturais. Diante do novo cenário, as condutas profissionais deverão ser mais precisas, não apenas em forma, mas em tempo, sob pena ou risco de o cenário alterar-se antes mesmo de sua compreensão. Home Office, jornadas de trabalho flexíveis e uso contínuo de aplicativos para comunicação e execução de trabalhos já eram realidades em outros países, antes mesmo da pandemia de Covid-19. Agora são fenômenos da ‘nova economia’ (baseada em negócios criativos, escaláveis e inovadores), e alicerçadas em conhecimento’ — em que o capital intelectual tem protagonismo e se torna vantagem competitiva. Segundo o administrador e professor na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF-MG), Victor Cláudio Paradela, para se manterem relevantes, as organizações precisam ter, acima de tudo, quadro funcional adaptado às suas necessidades, em termos de conhecimentos, habilidades e atitudes. Ele conta que não basta selecionar pessoas competentes, mas encontrar aquelas que demonstrarão estar mais bem adaptadas ao tipo de organização e ao cargo que será preenchido. Paradela ressalta que as características pessoais que se mostram vantajosas em uma determinada situação podem representar um problema em outra, sendo, portanto, qualidades relativas. “A customização, que já é um valor consolidado há mais tempo na área de marketing, chegou agora ao segmento de gestão de pessoas. Tão importante quanto ser talentoso é possuir os talentos específicos para uma determinada vaga”, diz. Outro fator apontado como fundamental é haver equilíbrio entre especialização e conhecimento generalista. De acordo com Paradela, o profissional deverá ir além de sua área específica e entender que os fenômenos sociais e desafios organizacionais são complexos e impossíveis de serem compreendidos a partir de uma única perspectiva. Foco em resultados, busca por aprendizado constante e capacidade de trabalhar em equipe também foram descritos como imprescindíveis para o mercado atual e do futuro. E ao contrário do que acontece nas redes sociais, o administrador ressalta que a valorização do pensamento divergente e comunicação são competências fundamentais no atual contexto pandêmico, em que negócios e serviços foram elevados a um novo patamar de importância. “Hoje, a postura dos melhores profissionais precisa ser de abertura ao diálogo. Colocado de outra forma, é possível entender que ‘todo ponto de vista é a visão de um ponto’, e o que é deve haver é o desejo sincero pelo diálogo, com toda a riqueza proporcionada pela interação com quem pensa diferente”, destaca. Futuro O mercado de trabalho terá mutações mais intensas, em ciclos menores, com novas atividades sendo criadas e outras que desaparecerão, de acordo com o administrador e pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Sidinei Rocha Oliveira. As empresas, segundo ele, vão procurar candidatos que possam identificar cenários externos de mudanças e, com isso, acompanhar mercados de interesse, com reconhecimento de possibilidades de migração para novas áreas, sem choques abruptos. Na área comportamental, Oliveira classifica que o senso de responsabilidade — com pessoas, sociedade e meio ambiente — será enaltecido. “Por muito tempo foram valorizadas características com uma perspectiva individualista, tais como proatividade, liderança, resiliência. Acredito que no futuro aumentará a importância de valorizar e potencializar o coletivo: não apenas com intenção de crescimento individual, mas para criar um ambiente mais inovador, de reconhecimento e bem-estar”, considera. Outras tendências apontadas por Oliveira são a mobilidade geográfica, interações não presenciais e maior diversidade de perfis em cada empresa. O home office também será consolidado depois da pandemia, com atenção para conciliar o espaço da família e do trabalho. O professor ressalta, no entanto, que ao contrário do que se imagina (uma pessoa trabalhando sozinha em um espaço da casa), na pandemia, o local passou a ser compartilhado por adultos, adolescentes e crianças. Deste modo, a aglomeração comprometeria a qualidade de vida e a produtividade. “Acredito que após a pandemia teremos outra compreensão sobre vantagens e adequações do home office, e, quem sabe, utilizar os aprendizados para práticas mais saudáveis e produtivas. De modo geral, disciplina, planejamento e organização são essenciais para estabelecer limites entre os tempos de família, lazer e trabalho”, diz. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA
O seu intercâmbio pode ficar mais barato do que você imaginou

Pensando na contribuição profissional e na experiência de vida que uma estadia em outro país traz, o Conselho Federal de Administração (CFA) firmou, na semana passada, uma parceria com o Student Travel Bureau (STB). A iniciativa é da Câmara de Relações Internacionais e Eventos (CRIE) e faz parte do Clube de Vantagens, criado pelo CFA para oferecer produtos e serviços para os profissionais de Administração de todo o país. Entre eles, estão viagens de intercâmbio fornecidas pela parceira nas modalidades: High School; Universidades; STB Camps; Programa Au-Pair; Conki e Intrepid. Além disso, o seguro viagem também sai com 10% de desconto sobre o preço comercializado. Para terem acesso às condições especiais, os profissionais têm que estar devidamente registrados em Conselho Regional de Administração de qualquer estado da Federação; ter vínculo com o CFA, ou qualquer CRA, na condição de empregado, contratado e estagiário; e não possuir débitos, a qualquer momento, com a STB Travel, nem com o Sistema CFA/CRAs. No site da agência, você encontra todos os destinos e as informações necessárias para escolher corretamente a sua próxima viagem. O acordo já está valendo desde o dia 14, então, se você pretende consumir algum dos produtos oferecidos, não se esqueça de pedir o seu desconto. Desde 1971 Fundado em 1971, o Student Travel Bureau (STB) é líder no segmento de educação internacional no Brasil. O valor da experiência é uma das mais importantes filosofias do STB. Por meio de curadoria, com o compromisso de oferecer qualidade, o STB proporciona a jovens e adultos a possibilidade de ingresso em renomadas instituições de ensino internacionais. Assessoria de Comunicação CFA
Seria a hora de mudar o modelo de negócio em função da pandemia?

Muito se tem falado sobre a utilização de internet pelas organizações visando minimizar os impactos econômicos causados pela pandemia do Covid-19. Mas será que isso pode ser feito sem colocar em risco as organizações, em especial as micros e pequenas empresas? Mesmo conhecendo a angústia e até desespero de muitos empreendedores vendo suas vendas diminuírem em função das medidas de segurança sanitária adotadas pelos diversos municípios do país e também a urgência em se buscar soluções que, se não proporcione uma volta ao estado anterior ao da pandemia, ao menos minimize as perdas, é sempre perigoso para a continuidade de qualquer empresa improvisar. A solução encontrada por muitos empreendedores foi adotar vendas de produtos ou serviços pela internet, valendo-se do alcance das redes sociais que, a priori, não apresentam custos significativos. Traçando um paralelo com o outro problema causado pela pandemia – a saúde pública e o risco de perdas de vidas – onde, à revelia de comprovações científicas, muitas pessoas optaram pelo uso de medicamentos desenvolvidos para outras enfermidades, como a cloroquina, a ivermectina e até introdução retal de ozônio (medicamentos que podem apresentar complicações sérias), o uso da internet pode, ao invés de resolver, agravar os problemas das empresas em um recorte temporal maior. Inicialmente é importante saber que a utilização da internet para disponibilização de produtos ou serviços ao consumidor deve estar amparada em um modelo de negócio definido pela organização. Modelo de Negócio é uma abstração da forma como a empresa entrega seus produtos e serviços, além de declarar sua capacidade de criar e agregar valor aos seus clientes. Ao iniciar uma atividade o gestor define o modelo de negócio e, a partir dele, estabelece um processo de planejamento. Uma grande parte das micro e pequenas empresas pulam essa etapa e a consequência é o óbito de muitas delas em um curto espaço de tempo de atuação no mercado. Não se pode simplesmente mudar o modelo de negócio sem que ocorra um estudo sério e realizado por um profissional Administrador. Ao mudar o modelo de negócios, o empreendedor deve questionar-se sobre as causas de fidelidade de seus clientes. Muitos clientes são fiéis por “tradição”, por amizade ou qualquer outro motivo que não tem a ver necessariamente com os produtos ou serviços comercializados. Colocar produtos e serviços a venda através de canais virtuais pode transformá-los em commodities o que fará com que anos de trabalho no desenvolvimento das relações com o cliente se perca. Isto com certeza implicará em consequências desastrosas para a continuidade das atividades. Além disso, a idéia de comercialização via internet vai muito além de simplesmente atingir o consumidor através de redes sociais. Todo um conjunto de tecnologia de comunicação deve ser acionado, além de sólidos sistemas de informações, uma vez que a intervenção humana no processo deixa de ser possível. Não se pode acreditar em panacéia, seja para vida de um CPF ou de um CNPJ. Antonio Sérgio Scoarize Administrador, especialista em Gestão de Pessoas Delegado do CRA-PR em Mandaguari Professor universitário e consultor professor@scoarize.com.br Este texto reflete a opinião do autor e não necessariamente a posição do CRA-PR.
WEBINAR: Capacidades e espaços para a gestão da inovação – Dia 21/10 às 17h

Financiamento de Projetos de Inovação – As novas oportunidades de fomento à ciência, tecnologia e inovação.
Atenção, estudantes: vagas de estágio em Administração pelo Brasil

Não é novidade para ninguém que o estágio é a porta de entrada para os estudantes no mercado de trabalho, e é por meio dele que muitos consolidam as suas carreiras. Contudo, após um período com poucas vagas ofertadas pelas empresas, a economia dá sinais de retomada e recuperação das instituições neste momento de pandemia da Covid-19. Então, se você é estudante de Administração, fique atento, há algumas oportunidades. Grupo Ultra O Grupo Ultra, que atua em diversos negócios por meio da Ultragaz, Ultracargo, Oxiteno, Ipiranga e Extrafarma, abriu inscrições para o Programa de Estágio 2021. As oportunidades são para estudantes de Administração e outros cursos de graduação. Os interessados em ingressar no Programa devem ter conhecimentos do pacote Office e inglês intermediário (requisitos não eliminatórios), além de terem visão crítica, senso empreendedor, boa comunicação interpessoal, proatividade e facilidade com trabalho em equipe. O período de inscrição vai até o dia 27 de outubro. Clique aqui e saiba mais. Ford A Ford também abriu as inscrições para o Programa de Estágio 2020/2021 com foco na diversidade e inclusão. Serão cinquenta vagas disponíveis para estágio com duração de até dois anos e atuação nas unidades de Camaçari (BA), São Paulo (SP), Taubaté e Tatuí (SP). Podem participar estudantes que estejam cursando Administração e outros dez cursos de graduação. Os estágios com duração de até dois anos serão nas áreas de Finanças, Serviço ao Cliente, Logística, Qualidade, Desenvolvimento do Produto, RH, Compras, Marketing, Vendas e Jurídico. Os interessados devem se cadastrar no site até o dia 28 de outubro e participar do processo seletivo. (Clique aqui) Amazon A empresa Amazon está com vagas abertas para diferentes áreas de atuação. O candidato selecionado terá oportunidades de inovar e se desafiar resolvendo problemas do negócio. As vagas são para estudantes de qualquer faculdade ou universidade cursando graduação no Brasil e com disponibilidade para trabalhar nos escritórios em São Paulo, Barueri e Campinas. Não é necessário ter experiências profissionais. O programa de estágio na Amazon Brasil exige apenas nível intermediário em inglês e no pacote Office. Os interessados devem fazer a inscrição pelo site da companhia. Para acessar, clique aqui. Grupo Heineken O Grupo Heineken no Brasil abriu as inscrições de Estágio para 2021. Podem se inscrever estudantes com formação prevista entre dezembro do próximo ano e dezembro de 2022. Serão ofertadas vagas para as áreas de Logística, Finanças, Recursos Humanos, Marketing, entre outras. As oportunidades estão distribuídas para São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Goiás, Pará, Bahia, Minas Gerais, Ceará, Amazonas e Paraná, além do Distrito Federal. Os aprovados começarão a estagiar em fevereiro de 2021, podendo se manter no programa por, no máximo, dois anos. As inscrições vão até 30 de outubro. Para mais informações, clique aqui. TecBan A TecBan, administradora do Banco24Horas, também está com inscrições abertas. Os interessados devem, obrigatoriamente, ter graduação prevista a partir de dezembro de 2022 nos seguintes cursos: Administração, Ciências Contábeis, Arquitetura, Engenharia, Economia ou relacionados à Tecnologia da Informação (TI). Os candidatos devem ter disponibilidade para estagiar seis horas por dia, entre 8h e 18h, em uma das unidades da TecBan localizadas em São Paulo ou em Barueri. Entre os benefícios, a TecBan oferece remuneração compatível com o mercado, assistência médica e odontológica, vale refeição ou alimentação, vale transporte e seguro de vida, além de proporcionar um modelo híbrido entre home office e escritório. Os interessados podem se inscrever até o dia 21 de outubro no site. Paulo Melo Assessoria de Comunicação CFA
A gestão do tempo em tempos de pandemia!

As nossas atividades contemporâneas estão em mutação. Nos dias atuais, utilizamos várias tecnologias de comunicação e de operacionalização de trabalhos. Essa utilização pode nos levar a uma falsa sensação de otimização de tempo, pois se não observarmos e não cuidarmos, com tanta tecnologia empregada em nosso dia a dia acabaremos perdendo mais tempo do que otimizando. Parece um paradoxo, mas se analisarmos quanto tempo estamos desperdiçando em redes sociais, sites de pesquisas, grupos de whatsapp e outros, e, ainda, se pensarmos no tempo produtivo, quer ele seja de oito horas, doze horas, ou até mais – pois este tempo é muito relativo à profissão e a nossa própria situação social – veremos que é uma grandeza. Esta reflexão acima nos leva a um importante questionamento: estamos otimizando o nosso tempo? Veja, não estamos expressando aqui o tempo utilizado nessas tecnologias, para sermos produtivos, mas, o que queremos é chamar atenção para a análise dos custos e desperdícios. Tempo esse desperdiçado que não agrega valor ao produto ou serviço que está sendo executado. Na utilização de tecnologias, ou seja, ferramentas tecnológicas sabemos que podemos “ganhar tempo” flexibilizando nossas atividades cotidianas. Mas, agora vivemos um tempo fora do tempo, ou seja, uma realidade que a humanidade não experimentava com tanta expressividade, desde pandemias como a tuberculose e gripe espanhola, para citar algumas. Nesse novo cenário fomos forçados a conhecer tecnologias e sistemas que, muitas vezes não estávamos aptos ou, ainda, renegando a existência. Porém, essa pandemia nos mostrou que não dá mais para fugir ou se esconder das ferramentas tecnológicas e além de utilizá-las devemos aprimorar cada vez mais a otimização do uso em nossas atividades diárias. O administrador como um profissional que deve estar na vanguarda de processos, não pode ficar alheio a estes acontecimentos, pois estamos alterando a forma de nos relacionarmos, de negociarmos, de vendermos e consumir produtos físicos e serviços, basta olharmos para dentro de nossas casas nestes últimos meses. Como adquirimos refeições? Como adquirimos entretenimentos? Como estudamos? Como estamos nos reunindo com familiares, amigos, colaboradores e fornecedores? Pois bem, respondendo esses questionamentos e outros que poderão surgir, estaremos respondendo a nossa gestão de tempo, pois para cada tarefa dessas precisamos de organização. Para nos auxiliar nessa gestão temos a famosa e simples ferramenta “5w2h”, ficou surpreso? Mas, essa ferramenta pode sim, e deve ser aplicada em nossa organização pessoal. E, nessa perspectiva, se observarmos e aplicarmos as perguntas em português, temos: O que? Quem? Quando? Onde? Por quê? Como? Quanto custará? Teremos o conceito dessa ferramenta desenvolvido nas atividades que desempenhamos diariamente. É claro que se levarmos em consideração o tempo de descanso que especialistas argumentam ser ideal uma noite de sono entre 7 e 9 horas para adultos entre 26 e 64 anos e aplicarmos essa ferramenta ou outra de agendamento e organização, conseguiremos otimizar o nosso tempo produtivo, e, ainda, dedicarmos tempo aos nossos familiares e amigos, não o desperdiçando com assuntos e atividades desnecessárias, que não agregam valor na vida pessoal e profissional. Portanto, assim como estamos alterando formas de gerenciamento das empresas precisamos alterar as formas de organização pessoal. Nome: Adm. João Marcos Codato Professor/Coordenador do curso de Administração e coordenador de núcleo da Pós-graduação UniparEAD; Delegado do CRA Seccional de Umuarama e Sócio da Saturno Comunicações. E-mail: joaocodato@prof.unipar.br “O CRA-PR não se responsabiliza pelo conteúdo do artigo publicado, que é de total responsabilidade do(a) autor(a)”
Segmento é alternativa para quem busca profissionalismo e filantropia

Conhecido popularmente por meio das Organizações Não-Governamentais (ONGs), o terceiro setor pode ser opção de empregabilidade para quem quer obter experiência e trabalhar por uma causa social. Diferente do primeiro setor (governo) e do segundo (empresas privadas), o segmento é caracterizado por ser uma mescla de atividades governamentais, realizadas por instituições privadas. Segundo o pesquisador André Barcaui, da Fundação Getulio Vargas (FGV), o terceiro setor emprega atualmente mais de 2 milhões de profissionais no país e contribui com cerca de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Ele explica que embora conservem suas particularidades; em geral, as atividades dos profissionais da Administração na área se assemelham a dos demais setores. “Suas atividades podem incluir a criação de projetos de captação de recursos, acompanhamento físico-financeiro (de projetos sociais) e visão humanitária. Incluem ainda, o atendimento social e contatos em busca de parcerias institucionais”, relata. Barcaui conta que para atuar na área é essencial conhecer a legislação relacionada ao tema e possuir competência para mobilizar e gerir pessoas. Ele trabalhou em projetos do segmento — como Coach e em mentorias para projetos — e diz que além do ideário, em prol de uma causa, é preciso, ainda, ter capacidade elevada de transformar ideias em ações. Já a profissionalização, segundo o pesquisador, tem ocorrido de maneira acelerada e exige dos gestores habilidades específicas na montagem de projetos, de acordo com o campo de atuação. Também necessita de análise de viabilidade consistente, com projeto embasado em legislação específica e preparo para concorrer na captação de recursos públicos e privados. As ONGs e as Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs), ambas incluídas no terceiro setor, têm se adaptado rapidamente à Quarta Revolução Industrial (Revolução 4.0), segundo Barcaui. Além de fazerem uso de recursos como inteligência artificial, robôs (softwares) e Big Data, elas têm visto no momento de disrupção tecnológica uma oportunidade de se repaginar e crescer. “Embora tenhamos um problema de qualificação de mão de obra, vejo ao mesmo tempo como um desafio e oportunidade para as organizações do terceiro setor. Devemos ter nos próximos cinco a dez anos um ajuste no mercado como um todo, e entendo que o segmento pode ter papel protagonista nessa indelével transição”, avalia. Leia o restante da matéria aqui. Por Leon Santos – assessoria de comunicação CFA
Momento econômico exige nova postura, dizem especialistas

Mesmo antes da pandemia da Covid-19, milhares de brasileiros perceberam que era hora de poupar e investir. Segundo dados da Bolsa de Valores do Brasil (B3), empresa resultante da fusão entre Ibovespa e a BM&F, o número de investidores pessoas físicas passou de 1,2 milhão, em 2019, para 2,38 milhões em abril de 2020. Até março deste ano, a B3 registrou aumento de 223 mil pessoas que passaram a investir na bolsa. Ainda assim, o número não chega a 1% da população brasileira, comparado à porcentagem de investidores nos EUA (54% da população) e Coreia do Sul (20%), segundo dados do Instituto Gallup. Segundo a educadora financeira e previdenciária, Patrícia Peres, os números mostram que parte dos brasileiros já acordaram para a realidade econômica do futuro e passaram a investir. Ela ressalta que mesmo aqueles que deixam seu dinheiro parado na caderneta de poupança estão investindo, ainda que para ela essa não seja a melhor modalidade de obter crescimento do capital. Na visão da especialista, a crise econômica alavancada pela pandemia provou que é preciso poupar recursos, tanto para resguardar-se de fenômenos inesperados quanto para garantir sustento e prosperidade no futuro. Além da segurança financeira, a prática garante também maior tranquilidade emocional. “Você saber que tem reservas financeiras que suportariam a manutenção das suas despesas mensais, num momento de perda de emprego, ou mesmo em uma situação de doença, é algo necessário para a saúde financeira e mental de qualquer pessoa. Ainda mais, quando pensamos em profissionais autônomos e microempreendedores”, avalia. Peres explica que ao criar reservas financeiras para emergências, válido tanto para pessoas ou empresas, o poupador poderá ter mais liberdade ao consumir produtos e serviços, com vantagens de conseguir melhores preços, ao pagar à vista. Também poderá realizar compras de valores maiores ou realizar viagens de última hora, sem comprometer o orçamento. Para o também consultor em investimentos e diretor da Valorum Empresarial, Marcos Melo, o momento atual exige ser mais criterioso nas despesas, por isso, recomenda repensar o consumo. “O que for possível adiar de gastos é o ideal, e se ao mesmo tempo for possível economizar recursos, melhor ainda”, diz Segundo Melo, poupar não significa passar privação de desejos, se a prática for realizada primeiro como investimento, antes de relacionar itens que podem ser cortados ou diminuídos. Ele acredita que pelo menos 15% da renda deve ser dirigida à reserva financeira — antes mesmo de gastos com moradia, diversão e alimentação. Uma forma de poupar, segundo ele, é guardar recursos para a aposentadoria, tendo em vista que a pessoa não terá sempre o mesmo nível de disposição e energia em continuar trabalhando. “Nesse momento, é importante haver construído uma reserva consistente para usar em complemento à renda, que ainda obtiver, ou até como única fonte de recursos”, explica. Leia o restante da matéria clicando aqui. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA
CONVÊNIO: UNINTER
Desconto de 10% (dez por cento) nos cursos de Graduação e Pós-Graduação, nas modalidades presencial e a distância, exceto para programas de mestrado e doutorado, que incidirão sobre o valor líquido das mensalidades do curso, condicionados ao pagamento em dia, conforme convênio de Prestação de Serviços Educacionais firmado entre a UNINTER e o beneficiário.
Outubro Rosa

Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e mais recentemente sobre o câncer de colo do útero. https://www.inca.gov.br/exposicoes/mulher-e-o-cancer-de-mama-no-brasil
XIX EPEAD 2020

Encontro Paranaense de Estudantes de Administração de 13/11 à 15/11 (Online: https://www.epead2020.com.br/) – Universidade Positivo – Curitiba – PR CHAMADA EVENTO.PDF
People Analytics desponta como um dos principais recursos do RH do futuro

Dados permitem entender fenômenos do ambiente de trabalho, com precisão estatística O People Analytics (PA) despontou como principal tendência nos setores de recursos humanos, na atualidade. De acordo com pesquisa realizada pelo Linkedin, com 7.089 recrutadores de 35 países, a ferramenta apareceu como a principal novidade do segmento para 2020. Embora o conceito não seja tão novo assim, o desenvolvimento tecnológico do Big Data e da inteligência artificial (IA) possibilitou o cruzamento de milhares de informações psicográficas (comportamentais e motivacionais), focadas em pessoas e nas atividades de trabalho. Na prática, o PA é uma metodologia de avaliação que mistura software com modelos que avaliam o perfil e o desempenho do trabalhador. Segundo o coordenador do Laboratório de Gestão do Comportamento Organizacional (Gestcom), da Universidade do Pará (UFPA), Thiago Dias, o PA auxilia os gestores a tomarem decisões, antes pautadas apenas no que eram capazes de observar no ambiente de trabalho. “E quanto aquilo que não conseguiam captar? Agora, os dados são coletados de diferentes fontes, com métodos científicos, e analisados de forma precisa e adequada”, explica. Entre as funções da metodologia está identificar comportamentos, preferências e lacunas de competências que precisam ser desenvolvidas. Também fornece dados para diminuir a rotatividade e proporciona melhoria de engajamento, retenção de talentos e aumento da produtividade. Clique aqui e leia o restante da matéria, sobre os tipos de análises possíveis no PA e as precauções que devem ser tomadas. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA FacebookTwitterLinkedInWhatsAppFacebook MessengerPrintFriendly
Gaudenio Lucena fala sobre segurança pública e burocracia no Brasil

Segunda parte da entrevista (primeira parte) Administrador por formação, Gaudencio Lucena é empresário em diferentes setores. A gama de atuação de seus negócios englobam segmentos como segurança privada, transporte de valores, comunicação, aviação, energia e tecnologia. Com atuação nos estados do Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo, a empresa Corpvs (lê-se Corpus) é comandada por ele e virou potência nos ramos em que atua. Em 2020, a instituição que possui cerca de 4 mil funcionários completa 45 anos de existência. Ocupante da cadeira de número 11, da Academia Cearense de Administração (Acad), Lucena começou suas atividades na Administração como escriturário e depois tornou-se gerente de agências bancárias de Fortaleza-CE. Em 1977 deixou o segmento para atuar como diretor em empresa de segurança privada e de locação de mão de obra: na sequência, abriu sua própria empresa. Nesses 45 anos da Corpus, o senhor enfrentou diversas situações peculiares no Brasil, tanto na economia brasileira quanto na segurança pública e na política. Em qual dessas áreas o senhor poderia destacar um ou mais fatos que o marcaram e foram mais emblemáticos, e por quê? Ao longo de 45 anos, vencemos muitos obstáculos e ultrapassamos vários percalços dos planos econômicos, da turbulenta política e econômica brasileira dos anos 1980 e 1990. Entre eles, podemos citar os planos Cruzado, Cruzado Novo, Plano Verão, Plano Collor e por fim o Plano Real — o mais eficaz e bem sucedido de todos eles, pondo um fim à inflação desenfreada, que é o mais perverso dos tributos, pois atinge frontalmente a classe trabalhadora. Estabilizou a moeda e deu credibilidade econômica internacional ao País. Todavia, em meio a todos estes cenários de incertezas econômicas, sempre procuramos inovar e ofertar um leque vasto de serviços de segurança. Investimos também nas áreas de energia, radiodifusão, aviação e tecnologia, por meio das empresas integrantes do grupo CORPVS. Ampliar o leque de produtos é fundamental para enfrentar a concorrência. Estamos vivendo uma época de pandemia, algo singular e que nunca foi vivido no Brasil. O que empresários e profissionais da Administração podem fazer nesse momento para superar a crise, e quais erros devem ser evitados? Durante instabilidade econômica, o mais prudente é manter a coesão dentro do negócio, focando primordialmente na manutenção do caixa. Ainda não sabemos os efeitos futuros sobre o faturamento e a saúde financeira das empresas. Assistimos, agora, a facilitação nas renegociações de aluguéis, empréstimos e um certo alongamento das dívidas de longo prazo. Somado a isso, há o lado positivo dos incentivos do governo federal, de crédito subsidiado, medidas de proteção ao emprego e diferimento de impostos. O empresário, sabendo do potencial do seu negócio, deve adaptar-se à situação, mesmo que isso implique em um maior endividamento, que poderá no futuro ser minimizado. Conflitos administrativos ou entre patrões e empregados são infrutíferos neste momento. Devemos nos conscientizar que precisamos perder um pouco para garantir o futuro ou muitas empresas poderão, muito breve, deixar de existir. Dessa crise sairão três tipos de empresas: 1) aquelas consideradas essenciais, que vão aumentar seu market share; 2) aquelas que sairão endividadas, porém mais fortes e com perspectivas futuras excelentes; e 3) as que lamentavelmente não se sairão bem e irão à falência. Parte da decisão de como será o futuro da sua empresa é do empresário e dos seus colaboradores. Como o senhor avalia a revolução tecnológica que estamos vivendo, chamada por muitos de Quarta Revolução Industrial, e quais as prováveis direções do mercado, nos próximos dez anos? Acredito que a revolução industrial 4.0 é algo evolutivo, por isso não concordo com a tese de uma disrupção total, dentro dos mercados. Acredito que a tecnologia, nos próximos dez anos, será útil para maximizar o trabalho humano e não substituí-lo. Como toda empresa, a revolução digital existe para agregar algo real na vida das pessoas, resolvendo problemas e fazendo com que sejam mais produtivas. Por outro lado, é importante que os empreendedores possuam a convicção sobre as bases fundamentais de um negócio, que deve servir aos clientes, aos colaboradores e aos acionistas simultaneamente. Hoje há uma certa confusão nesse aspecto, em que o foco fica sendo apenas em um desses três agentes. Isso torna algumas empresas inviáveis no longo prazo. Quando a empresa é antiga, e possui história, o desafio é realizar inovações incrementais, tornando os processos mais produtivos e diversificando os produtos/serviços de forma a aumentar o leque de clientes, mas sempre focando na lucratividade e nas estratégias de longo prazo. Muita coisa está acontecendo, como a facilitação de pagamentos digitais e a comunicação em âmbito mundial. (Clique aqui e leia a primeira parte da entrevista) Por Leon Santos – assessoria de comunicação CFA07
Ferramenta promete mais economia e eficiência

Desde a semana passada a equipe do Conselho Federal de Administração (CFA) responsável pela implantação do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) está realizando treinamentos in-loco nos CRAs para levar a ferramenta a mais estados. Nesta semana é a vez do Conselho Regional do Paraná (CRA-PR). Lá os trabalhos devem se estender até a próxima sexta-feira. “É com satisfação que chegamos à implantação do vigésimo primeiro CRA com a certeza de que os processos se tornarão mais ágeis, simplificados, gerando maior economicidade e melhor gestão documental dos processos”, afirma o gestor de processos do SEI no CFA, Hércules Ribeiro Martins. O presidente do CRA, Sergio Lobo, lembra que trabalhou na implantação do SEI quando ainda era vice-presidente do CFA, na gestão de 2015/2016, quando houve o convênio entre o conselho e o então Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão. Na época, o órgão era o responsável pela concessão do sistema no âmbito da esfera executiva dos órgãos federais, estaduais e municipais. Atualmente está sob a responsabilidade do Ministério da Economia. “Ao longo desses anos fomos aprimorando o SEI e hoje outros conselhos profissionais já procuram o CFA para adotar essa plataforma em suas estruturas”, explica. Segundo ele, a substituição dos processos que envolvem papel para o ambiente digital será gradativa. “Essa mudança traz um ganho muito grande para o conselho e para a sociedade, pois traz impactos positivos para os processos internos e, principalmente, para a natureza. É uma questão da racionalidade, de economia e de adaptação do conselho às novas tecnologias”, diz. O SEI O Sistema Eletrônico de Informações foi desenvolvido pelo Tribunal Regional Federal da 4a Região (TRF4) para gerir documentos e processos eletrônicos. O objetivo é promover a eficiência administrava, a partir de uma integração do Processo Eletrônico Nacional (PEN) – uma iniciava conjunta de órgãos e entidades de diversas esferas da administração pública, com o intuito de construir uma infraestrutura pública de processos e documentos administrativos eletrônicos. Elisa Ventura Assessoria de comunicação CFA
CFA é destaque em reportagem do SBT Brasil

No dia 2 de outubro, o Conselho Federal de Administração (CFA) foi destaque de uma matéria do SBT Brasil. No telejornal, que foi ao ar na noite da última sexta-feira em todo o país, a parceria da autarquia com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) foi divulgada. O acordo possibilitará que administradores registrados no Sistema CFA/CRAs administrem estabelecimentos empresariais apreendidos e declarados perdidos em favor da União. O CFA começou a receber currículos dos profissionais interessados em participar do programa. Os selecionados farão parte de um banco de dados e estarão à disposição do MJSP e da justiça, que decidirá quem fará a gestão do ativo apreendido. As mais de 70 empresas interditadas pela Polícia Federal no dia 30 de setembro, na Operação Rei do Crime, por exemplo, passarão a ser geridas pelos administradores indicados pelo CFA. Na reportagem do SBT Brasil, o diretor de Fiscalização e Registro do CFA, Carlos Alberto Ferreira Júnior, explicou com mais detalhes como funcionará a entrega dos currículos e falou da importância da parceria do CFA com o MJSP. Para conferir a reportagem na íntegra, clique aqui e assista. CFA na mídia A Assessoria de Imprensa é mais uma das atividades desenvolvidas pela Câmara de Comunicação e Marketing do CFA (CCM). Por meio desse trabalho, a equipe da CCM busca criar uma boa relação com os veículos de comunicação de todo o país e, assim, gerar mídia espontânea para a CFA. A matéria publicada no telejornal SBT Brasil é um dos frutos desse trabalho. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
Saúde empresarial: Prevenir ou remediar?

Pedro Paulo Papi. Administrador. MBA em Marketing FGV. Mestre em Administração. Consultor. pedroppapi@gmail.com Saúde empresarial: Prevenir ou remediar? Sim, a realidade atual é um quadro que inspira sérios cuidados à saúde empresarial. Porém, convido a uma reflexão: e se fizéssemos uma analogia entre uma empresa e um organismo humano? Não sou um prodígio da biologia, portanto peço escusas caso em algum momento derrape em termos técnicos, mas a intenção aqui é aproveitar a discussão do momento “Saúde vs. Economia” e mostrar o quão complementares elas são, e no “administres” mostrar que sim, é possível haver uma situação de “ganha-ganha” nessa ilusória disputa. Uma empresa é constituída basicamente por 5 grandes áreas, ou sistemas, que são: Recursos Humanos; Marketing; Finanças; Produção e Administração Estratégica. Para essa analogia vamos considerar as seguintes correspondências: Finanças à Sistema cardiovascular, o coração da empresa. Não há como manter a vida com o coração em descompasso, assim como administrar uma empresa que alterna rotineiramente fluxos de caixa positivos e negativos representa um risco de infarto fulminante. Marketing à Sistema respiratório, vendas que oxigenam a empresa. Uma das funções da respiração no corpo humano é oxigenar o sangue, ou seja, trazer ar puro para o organismo se manter saudável. Assim também o marketing por meio do alinhamento de suas ferramentas estratégicas de Produto, Preço, Praça e Promoção, tem como objetivo final vender, e trazer dinheiro/oxigênio novo para o organismo empresarial. Produção à Membros superiores e inferiores, o motor da empresa. A Produção se encarrega de executar tudo o que foi planejado, agindo com agilidade e vigor, dando vida as estratégias elaboradas. Assim também os braços e pernas nos auxiliam a realizar as mais variadas tarefas diárias e dar forma aos nossos sonhos. Recursos Humanos à Sistema esquelético, a sustentação da empresa. Nenhuma empresa existe sem pessoas, assim como é impossível pensar uma pessoa sem esqueleto. Toda a estrutura que dá vida e mobilidade às empresas está alicerçada em seu capital humano, e é ele que faz com que a empresa como um todo se movimente. Administração estratégica à Sistema Nervoso, o maestro da empresa. Quando o cérebro deixa de funcionar, é ainda possível manter a vida com auxílio mecânico e em estado vegetativo por um certo período de tempo, porém a morte é certa. Assim também empresas que não possuem uma Administração Estratégica operante, ainda permanecem com as portas abertas, respirando por aparelhos, mas a falência é certa. A COVID-19 é uma doença que em sua maioria vitimiza pessoas que já possuem a saúde debilitada, e assim também leva à falência empresas que já não tinham uma vida saudável. Seja passando ilesa, visitando a UTI, ou infelizmente indo à falência, o certo é que esta experiência nos deixa um legado. A administração estratégica é pautada no princípio da precedência, ou seja, assim como na saúde, é melhor prevenir do que remediar. “O CRA-PR não se responsabiliza pelo conteúdo do artigo publicado, que é de total responsabilidade do(a) autor(a)”
Administradores vão gerir empresas usadas pelo crime organizado

Um braço financeiro que opera em favor do Primeiro Comando da Capital (PCC) foi alvo, nesta quarta-feira, 30 de setembro, da Operação Rei do Crime. A ação, deflagrada pela Polícia Federal (PF), em São Paulo, interditou mais de 70 empresas e, com a autorização da Justiça, bloqueou mais de R$ 730 milhões que estavam em contas bancárias. A partir de agora, a gestão dessas empresas passará a ser feita pela a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e, por meio do convênio firmado com o Conselho Federal de Administração (CFA), os administradores do Sistema CFA/CRAs poderão ajudar o Poder Judiciário a avaliar e conduzir a gestão dos estabelecimentos empresariais apreendidos e declarados perdidos em favor da União. Na época do lançamento do convênio firmado entre o CFA e a Senad, o secretário nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça, Luiz Roberto Beggiora, destacou a importância da parceria. “Ela vai possibilitar auxiliar o Poder Judiciário com profissionais de conhecimento técnico especializado para fazer a gestão eficiente das empresas confiscadas das organizações criminosas, mantendo com isso os empregos e a sua atividade econômica. Permitirá, ainda a futura alienação judicial dessas empresas com competitividade e valor de mercado”, disse. Segundo o diretor de Fiscalização e Registro do CFA, Carlos Alberto Ferreira Júnior, é preciso administrar os bens apreendidos a fim de evitar maiores prejuízos. “Sem gestão profissional eles vão se deteriorando. Precisamos manter esses ativos apreendidos funcionais e, de alguma forma, gerando produção, para que sejam avaliados, leiloados e alienados a favor da sociedade”, afirma. Os profissionais de Administração registrados em CRA interessados em serem, possivelmente, Administradores Judiciais, nomeados por juiz, para administrarem os ativos apreendidos em operações da PF até irem a leilão podem mandar e-mail com currículo para o endereço oportunidadescfa@cfa.org.br. “Já estamos ultimando um cadastro (Banco de Dados) com os profissionais preparados para o desafio e o CFA terá a missão de indicar a Senad aqueles mais capacitados e qualificados para a gestão específica do bem apreendido. Os nomes dos profissionais serão, então, apresentados para a justiça, que decidirá quem fará a gestão do ativo. Profissional, mande o seu currículo!”, convoca o diretor do CFA, Carlos Alberto. Rei do Crime A operação foi batizada de Rei do Crime em alusão a empresários que fomentam e financiam organizações criminosas sem praticar as ações violentas por elas perpetradas. Na ação, foram indiciados 20 empresários que atuavam no setor de combustíveis. A investigação da PF rastreou movimentações financeiras e percebeu que uma rede lavava dinheiro para a facção criminosa. O esquema ilícito tinha até a participação de uma distribuidora, mas também envolveu empresas com sólida atuação no mercado, laranjas e empresas de fachada. Mais de 200 policiais cumpriram 13 mandados de prisão preventiva, 43 mandados de busca e apreensão e sequestro de 32 automóveis. Além de São Paulo, a ação ocorreu também em outras cidades: Bauru (SP), Igaratá (SP), Mongaguá (SP), Guarujá (SP), Tremembé (SP), Londrina (PR), Curitiba (PR) e Balneário Camboriú (SC). Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
Obra é assinada pelo vice-presidente do CFA, o administrador Rogério Ramos

Ser um guia para os profissionais de Administração. Este é o principal objetivo do livro “Ramos da Administração” que, após o sucesso que fez entre o público quando foi lançado há dois anos, acaba de ganhar uma segunda edição. A obra, produzida e assinada pelo vice-presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Rogério Ramos, reúne mais de 40 áreas de atuação possíveis para esses profissionais no mercado de trabalho. A ideia de elaborar o livro se deu a partir da evolução da profissão nos mais variados setores e áreas conexas ao campo da Administração. “A área do administrador é muito generalista. Tem habilidades e competências diversas. E tanto o mercado – quanto a própria vocação das pessoas fazem com que se estabeleçam na Administração alguns ramos interessantes. Quem já ouviu, por exemplo, falar sobre administração de facilites? Pois é, é um administrador que atua na prestação de serviço e articulação de um determinado prédio, por exemplo, ou uma determinada instituição”, disse Rogério. Na obra, Rogério expõe, de forma resumida, sobre quais os tipos de administradores especialistas o mercado está absorvendo na atualidade. Com uma linguagem leve e direta, ele envolve o leitor em uma verdadeira viagem pelo mundo da ciência da Administração. No prefácio do livro, o presidente do CFA, Mauro Kreuz, fala do orgulho em prefaciar a segunda edição da publicação. “Certamente, este livro será a obra de cabeceira dos profissionais e estudantes de Administração. Ele é um guia para ser consultado constantemente, seja para enxergar novas oportunidades profissionais, seja para sanar dúvidas acerca desta ou daquela área. Já disse uma vez e volto a repetir: no contexto de volatilidade que a Revolução 4.0 nos mostra, seguir a cartilha da boa gestão é questão de sabedoria e igualmente de bom senso. Faça bom uso deste livro e tenha uma carreira de sucesso! O mundo precisa de profissionais de Administração de excelência!”, destacou o presidente do CFA. A segunda edição do livro “Ramos da Administração” está disponível na versão digital no site da autarquia. Clique aqui e acesse a obra. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
O que não mudou com a pandemia?

Douglas André Roesler Administrador, Professor Associado da Unioeste e Delegado da Seccional de Marechal Cândido Rondon. E-mail: douglasroesler@gmail.com Estamos no futuro e o ano é 2040 e você está em frente a um grupo de universitários, a geração pós-Covid19, para falar sobre um marco na história contemporânea: a pandemia de 2020. Sua apresentação segue com dados sobre os impactos da pandemia na economia, nos empregos, nas empresas fechadas, reorganizadas ou transformadas, as novas oportunidades, a crise humanitária e o triste número de mortos. Em algum momento da suposta apresentação você contará o que fez nestes tempos sombrios. E então, como você encarou a pandemia? A interpretação da realidade e como lidamos com as dificuldades são uma questão de perspectiva e postura. Você pode encarar tudo como um problema, uma tragédia, e ficar angustiado procurando os culpados, vitimizado, esperando que alguém o ampare. Ou você pode encarar este tempo de pandemia como um desafio, uma oportunidade para fazer diferente e se reinventar, se autoavaliar e buscar adaptar-se e se fortalecer. Também pode ser proativo e ajudar outras pessoas a superar este período de dificuldades. Esta postura corajosa, dinâmica, empreendedora e de liderança são características esperadas dos profissionais da administração. As universidades e faculdades de administração ensinam e formam pessoas para identificar as oportunidades, as ameaças, os pontos fortes e fracos das organizações e traçam os planos de ação no presente vislumbrando sucesso no futuro. São eles que comunicam, motivam e inspiram seus colaboradores e demonstram qual estratégia adotar e o trabalho a ser realizado. Os administradores são líderes que fazem a diferença onde atuam, são transformadores da realidade em que estão inseridos. Para os administradores a pandemia é mais um desafio, assim como outros que já foram e outros que virão. A pandemia foi algo imprevisto e causou uma antecipação de tendências. Os sistemas digitais de comunicação para reunião e ensino, trabalho em casa, entregas em domicílio, comércio eletrônico são meios e tecnologias que já existiam, umas há muito tempo. Muitas pessoas e empresas hesitavam em adotar estas tecnologias, e, com a pandemia tiveram que se adaptar para não perder seus clientes ou não ficarem desempregadas. Por exemplo, em poucos dias os gestores e professores das escolas transformaram a forma e a estrutura de ensino e sua relação com os alunos e pais. A pandemia foi uma variável do ambiente externo que impactou no planejamento e nas estratégias empresariais. Mas se a empresa já estava com problemas econômicos e financeiros, a pandemia foi o último empurrão para o abismo da falência ou inviabilidade. Isto demonstra a necessidade de buscar prever o imprevisível ou improvável. Precisamos ter um plano alternativo para as empresas e para a nossa vida. A pandemia fez com que muitas pessoas percebessem sua finitude e fragilidade. Nesta época ocorrem muitos relatos de problemas psicológicos e sociais, como ansiedade, alcoolismo, violência doméstica, separações e divórcios. Provavelmente estes problemas já existiam e agora utiliza-se a pandemia como desculpa para o fim de uma relação ou a causa de uma tragédia. A pandemia colocou em evidência a triste realidade brasileira dos milhões de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza, do desemprego, da saúde pública precária e de alguns políticos oportunistas preocupados apenas com os resultados das próximas eleições. Além daqueles políticos e gestores que se aproveitam da calamidade pública e social para adquirir materiais e equipamentos médicos superfaturados. Mesmo parecendo um passado distante, não podemos perder a referência de março de 2020, onde a nossa vida e trabalho estavam atribulados com problemas e desafios a serem resolvidos, superados ou procrastinados. A pandemia mexeu com as pessoas e este movimento, ou desequilíbrio, pode ter revelado uma pessoa acomodada, sem perspectiva e sem projeto de vida. Não podemos usar a pandemia como desculpa para nossa preguiça ou incapacidade de encarar a realidade. Somos os protagonistas da nossa vida, depende apenas de nós mudar a situação e aquilo que nos afeta. Não é salutar terceirizar a culpa para a pandemia. Depois desta pandemia teremos outras crises e dificuldades. Uns até profetizam que teremos outras pandemias. Importante aproveitar as experiências para nos aprimorarmos enquanto profissionais e pessoas. Existe uma expectativa que esta situação tornará as pessoas melhores, mais solidárias e sensíveis as questões sociais. Gostaria de acreditar nisso, mas tudo indica que depois da pandemia as pessoas tendem a voltar ao que são, ou seja, aqueles que são egoístas, hipócritas e arrogantes tendem a continuar do mesmo jeito. As pessoas que são sensíveis à condição do próximo continuarão seu trabalho em contribuir para um mundo melhor, mesmo depois da pandemia. Já diz o ditado: mar calmo não faz bom marinheiro. Frente aos desafios e impactos decorrentes da pandemia que se afirmam e forjam os melhores administradores e empreendedores. Pessoas que não se abatem com a crise e buscam criar, antecipar ou aproveitar as oportunidades. São pessoas resilientes, flexíveis, criativas e com grande capacidade de adaptação. Em vez de lamentarem com as dificuldades e problemas, buscam força, energia e motivação para trabalhar em seus projetos. E isto não mudou com a pandemia. “O CRA-PR não se responsabiliza pelo conteúdo do artigo publicado, que é de total responsabilidade do(a) autor(a)”
Ciclo Paranaense de Webinário Sobre Gestão: Experiências de Gestão Para o Futuro e Registro Profissional dia 30/09/2020 às 19h
Presidente do CFA participa de eventos alusivos ao Dia do ADM

Em 9 de setembro, profissionais de Administração de todo país comemoraram os 55 anos de regulamentação da Administração. Para celebrar a data, os Conselhos Regionais de Administração (CRAs) organizaram eventos on-line para discutir temas ligados à profissão. O presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Mauro Kreuz, tem prestigiado os encontros dos regionais por meio de palestras e debates. A agenda de compromissos do presidente começou pelo CRA-MG. No dia 8 de setembro, o regional mineiro deu início ao Mês do Profissional de Administração. Mauro Kreuz abriu a programação com a palestra “Cenário da Administração durante e pós-pandemia”. Na oportunidade, ele disse que a profissão será vital para o Brasil, para a sociedade, para as organizações públicas e, em especial, para as organizações privadas. Segundo o presidente, o ambiente de negócios, que já era complexo, passou a ser ainda mais, em detrimento da pandemia, e atentou para as atitudes dos seres humanos neste período. “Seja do ponto de vista geopolítico ou nacional, parece que o ser humano não teve o valor suficiente, não teve o reconhecimento suficiente, a solidariedade suficiente e não soube fazer uma gestão humana de verdade, como ensinamos e aprendemos na Administração de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas”, disse Mauro. No dia 9 de setembro, ele participou de live realizada pelo CFA para falar sobre “A importância do profissional de Administração na sociedade”. No evento, ele falou sobre muitos assuntos da profissão como as novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) do curso de bacharelado em Administração, e respondeu perguntas dos internautas. “Elas têm duas questões, que foram bandeiras do Sistema CFA/CRAs: o estágio profissional passa a ser obrigatório e supervisionado, a outra é a formação por competência. Espero que as instituições se adaptem para que os novos alunos já entrem, no próximo ano, sob os auspícios das novas DCNs”, afirmou o presidente do CFA. “O futuro da Administração depende de você” foi o tema da palestra que Mauro Kreuz proferiu para o CRA-BA. O evento on-line aconteceu no dia 11 de setembro e foi mediado pela presidente do regional baiano, Tânia Maria Cunha Dias. Em seguida, no dia 15, ele prestigiou o CRA-RN em uma live especial do Conecta ADM com o tema “O perfil do Administrador do futuro”. “O profissional de Administração continuará sendo demandado fortemente pelas organizações. Qualquer empreendedor tem que ter junto com ele profissionais da Administração que possam levar a bom termo as suas ideias de negócios”, defendeu. No dia 17, a convite de CRA-ES, Mauro Kreuz participou de um webinar com o tema “Novas diretrizes curriculares para o curso de Administração”. O evento, transmitido pelo canal do YouTube do regional, contou com participação expressiva de professores e coordenadores dos cursos de Administração. Com a aprovação das DCNs, “o conteúdo teórico estará a serviço das competências profissionais e este é um grande avanço que vai alavancar qualitativamente o curso”, explicou o presidente CFA. De 21 a 24 de setembro, acontece a Semana ADM 2020, evento on-line realizado pelo CRA-MS. Mauro também prestigiou o regional proferido, na noite do dia 22, a palestra “Administração em Tempos de Crise”. Próximos eventos XXII Encontro Maranhense de Administração (Emad) O evento acontecerá de 24 a 26 de setembro. Nesta edição, que será totalmente digital, o tema central será “Aprendizagem e Carreira no Mundo Digital” e visa debater a necessidade de planejamento de carreiras e a inovação no processo de ensino aprendizagem na formação profissional nas esferas pública e privada. O presidente do CFA, Mauro Kreuz, foi convidado para participar da abertura oficial do evento, que acontecerá no dia 24, às 19h. ADM Mandaver – 3ª edição O evento promovido pelo CRA-AL acontecerá no dia 29 de setembro e o tema desta edição é “Empreendedorismo e inovação”. Mauro também vai participar da solenidade de abertura do evento alagoano. O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas aqui. Live do CRA-AC Para encerrar o mês dos profissionais de Administração, o CRA-AC realizará uma live no Instagram. No evento, o diretor de Gestão Pública do CFA e conselheiro federal pelo Acre, Fábio Mendes Macêdo, conversará com o presidente Mauro sobre “Um projeto estratégico de nação para o Brasil pela Administração”. A live começará às 19h, no perfil do CRA-AC no Instagram: @craacre. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
5ª Geração da tecnologia vai além da velocidade e hiperconectividade

Não é novidade que a Covid-19 mudou a rotina das pessoas em todo o mundo. Diferente de outras crises sanitárias, esta acontece em meio a uma transformação digital que já estava em andamento, mas novos padrões de tecnologia como a internet 5g ganhou forças com o cenário pandêmico. O assunto ainda é novidade para muitas pessoas, por isso, nesta quinta feira, 24, o Conselho Federal de Administração (CFA) promoveu um o webinar “Tecnologia 5G”. O tema foi tratado pelo gerente de Espectro, Órbita e Radiofrequência da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Agostinho Linhares, e pelo PhD em Telecomunicações e coordenador do Laboratório Woca do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), Arismar Cerqueira. O evento foi mediado pela jornalista Elisa Ventura. Na ocasião, eles apresentaram um cenário da tecnologia 5G no Brasil, mostraram o porquê ela vai promover uma revolução digital e falaram, ainda, dos aspectos técnicos da radiofrequência para adotar esse novo padrão de internet. Arismar lembrou que a televisão brasileira acaba de completar 70 anos e que ela revolucionou o modo de pensar e agir das pessoas. O mesmo aconteceu com o uso dos smartphones, que já estão em todos os negócios do país. “O Brasil tem cerca de 200 milhões de pessoas e mais de 225 telefones móveis. Temos mais celulares que pessoas e milhões de coisas que podem ser conectadas”, disse Arismar. Pesquisador e professor do Inatel – instituição dedicada à formação de profissionais no setor de Telecomunicações e Tecnologia – ele adiantou que já estão desenvolvendo a tecnologia 6G, prevista para estar acessível ao público em 2030. “Somos pioneiros estamos fazendo pesquisa com resto do mundo”, explicou, apresentando um rápido histórico da instituição. “O Inatel fica no Vale da Eletrônica, em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais. Foi fundado em 1965 e nasceu em meio a vários cafezais. Hoje são mais 50 laboratórios e muitos centros de pesquisa. Nosso objetivo é transformar conhecimento em inovação”, afirmou. Mas, afinal, o que é esse tal 5G? Para responder a questão, é preciso voltar no tempo. Quando o celular surgiu, o foco da tecnologia era a voz e a possibilidade de falar sem estar preso a um fio. Essa foi a primeira geração. Não demorou muito, veio o 2G: os aparelhos móveis passaram a enviar, também, mensagens de texto, o SMS. Com o 3G, veio a internet e os dispositivos conectados à rede mundial de computadores com a possibilidade de envio de fotos e vídeos. A atual – 4G – aumentou a velocidade da conexão e possibilita a realização de videoconferências. Já o 5G “é praticamente um foguete e vai mudar a forma de interagir com a internet”, explicou Arismar. Ela vai possibilitar que mais produtos estejam conectados, a chamada Internet das Coisas, possibilitará aplicações de longo alcance, o uso de fazendas inteligentes que potencializará o agronegócios, a redução significativa das torres de transmissão de sinal, entre outros. Agostinho deu detalhes técnicos do espectro de radiofrequência para tecnologia da quinta geração e do leilão 5G que está em andamento no país. O Brasil tem projeções continentais e 34 milhões acessam a banda larga, mas ainda há muitos brasileiros desconectados. “53% dos municípios sem fibra óptica estão nas regiões Norte e Nordeste, por exemplo. Temos que trabalhar num arcabouço para promover essa revolução tecnológica para todos”, defendeu. Serão leiloadas faixas de frequência em quatro bandas: 700 MHz; 2,3 GHz; 3,5 GHz e 26 GHz e já é considerado o maior leilão de espectro de radiofrequência da história. Enquanto isso não acontece, algumas empresas de telefonia já disponibilizam o 5G por meio de licenças de espectro já existentes, graças a uma tecnologia de compartilhamento dinâmico de espectro (DSS). “Com o 5G, a internet vai chegar a áreas remotas do país. Tudo estará conectado, a comunicação será de altíssima confiabilidade, vai promover uma revolução em vários segmentos como saúde e educação. Vai melhorar a inclusão digital e possibilitar outras aplicações que vão desde a comunicação entre carros autônomos até o uso de realidade virtual para cirurgias remotas”, destacou Agostinho. No webinar, os palestrantes também responderam perguntas do público. Uma delas fazia referência à concorrência entre a China e os Estados Unidos. Eles esclareceram que a tecnologia 5G é padrão em todo o mundo e o que há é uma disputa entre fabricantes e empresas de telefonia deste e daquele país. Para conferir o webinar na íntegra, clique aqui. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
Publicação do Governo Federal contou com colaboração técnica do CFA

Guia visa auxiliar os governos municipais, com foco na correta prestação de contas e na continuidade dos serviços à população A Secretaria Especial de Assuntos Federativos da Secretaria de Governo da Presidência da República (SEAF/SEGOV), junto a ministérios e vários órgãos públicos, lançou, no dia 16 de setembro, o “Guia do Prefeito +Brasil – Como deixar a prefeitura em dia no último ano de mandato”. O documento faz parte de uma série de conteúdos digitais que têm o objetivo de dar dicas e sugestões a prefeitos e suas equipes sobre boas práticas de gestão, em especial no encerramento do mandato 2017-2020. O Conselho Federal de Administração (CFA) foi uma das instituições que compôs o grupo de trabalho que cuidou da produção do Guia. “A participação do CFA nesse trabalho foi fundamental, pois coloca o Conselho como parceiro importante na construção de políticas públicas de gestão nas prefeituras municipais de todo o Brasil”, avaliou o diretor de Gestão Pública do CFA, Fábio Mendes Macêdo. O guia possui linguagem simples e didática. Está alinhado com a Constituição Federal e a Lei das Eleições e pretende ser uma ferramenta de consulta para que ações realizadas pelos gestores dos 5.570 municípios brasileiros sejam documentadas da forma correta, sem percalços legais, e perpetuadas para uma nova equipe, dando prosseguimento aos serviços públicos prestados à população. A secretária especial de Assuntos Federativos, Deborah Arôxa, ressalta a importância do Guia: “Estamos chegando a um momento importante da vida eleitoral do nosso país. Vamos viver uma eleição agora, em novembro. A Secretaria de Ações Federativas da Secretaria de Governo vem trabalhando incansavelmente nesse processo e mobilizando as equipes desde o início do ano, mesmo com a pandemia. Para orientar o trabalho de prefeitos e suas equipes, criamos o Guia do Prefeito +Brasil, que vai poder ajudar nessa caminhada, de documentar todas as ações que estão sendo executadas e os pontos essenciais que não podem ser esquecidos. Esse guia foi construído com muito cuidado, com vários ministérios e também vários parceiros de outros poderes”. O documento é dividido em duas partes: a primeira, dedicada a prefeitos, e a segunda, com conteúdo voltado para a equipe técnica. Alguns dos temas abordados: Lei de Responsabilidade Fiscal, CAUC e Compras Net. Para a produção desse conteúdo, a Secretaria Especial de Assuntos Federativos da Secretaria de Governo também teve o apoio de outros órgãos além do CFA: Ministério da Educação, Ministério da Economia, Ministério da Saúde, Ministério da Cidadania, Controladoria-Geral da União, Tribunal de Contas da União, Tribunal de Contas de Minas Gerais, Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação, Conselho Nacional do Ministério Público e Fundação Nacional da Qualidade. Os parceiros também gravaram vídeos explicativos sobre temas fundamentais, como, por exemplo, a Plataforma +Brasil. Todo o material produzido pode ser encontrado em plataforma on-line aqui, para leitura ou download. Dúvidas podem ser tiradas enviando e-mail para guiadoprefeito@presidencia.gov.br. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação do CFA Com informações da diretoria de Comunicação – Ministério da Cidadania
O que a pandemia está ensinando para a educação?

Você não queria, mas agora é obrigado a encarar câmera, luz, ação! Seus alunos não estão mais em sala de aula e seus concorrentes estão a um click do teclado. É hora de se reinventar para continuar respirando. O isolamento social, que foi imposto, exige o desenvolvimento de novas habilidades de comunicação e relacionamento. O falar não basta. A imagem pode não refletir a realidade. A comunicação precisa ser verdadeira e assertiva. Reuniões, aulas, conferências. Tudo acontece à distância, não há tempo para aprender e, às vezes, nem para pensar direito. É preciso fazer o caminho caminhando. É necessário inovar no desconhecido e ser criativo no fazer. Surge um novo paradigma e os velhos paradigmas são derrubados. Todo conhecimento, que sua instituição de ensino adquiriu durante anos de existência, não importa mais se não houver flexibilidade, agilidade e habilidade humana. Flexibilidade para aceitar o novo e reconhecer que as metodologias precisam ser transformadas e adaptadas. Transformadas para suprir uma nova demanda de um público que, apesar de ser o mesmo, precisa de um novo produto educacional e, adaptado à capacidade de consumo desse novo velho cliente. Agilidade para inovar e identificar quais serão as profissões e os profissionais do futuro e o que essas transformações exigem do novo profissional. Habilidade humana para se aproximar, ainda que distante, do seu cliente, oferecendo canais de comunicação e aprendizado com interação, integração e qualidade; com preço acessível e facilidade de acesso as plataformas de ensino. Cursos de graduação e pós-graduação são ofertados pelas mais diversas instituições de ensino. A disputa pelo aluno está acirrada. As vantagens que as instituições de ensino tinham não servem mais. Localização, não importa. Estrutura de sala de aula, não importa. Lousa interativa, não importa. Laboratórios com muitos computadores, também não importam mais. A sala de aula é a casa do aluno. A lousa é seu computador. Laboratórios e bibliotecas, tudo deve estar ao alcance do aluno via web. E tornar isso possível não é mais um diferencial, é uma obrigação para quem quer se manter vivo nessa pandemia e não ser derrotado pelo vírus da concorrência que se alastra e se fortalece a cada dia. Não basta ser gestor de negócios, o momento exige, além de visão administrativa, muita responsabilidade social. Perceber que é necessário disponibilizar meios e recursos para que o aprendizado não pare e colocar o desenvolvimento humano como valor primordial, acima do lucro, pode ser o diferencial nesse novo mercado virtual. E o lucro poderá ser a consequência da aplicação desse valor. Para as instituições de ensino, que apenas ensinavam, mas não aplicavam a administração com planejamento estratégico, está na hora de deixar de lado a teoria da burocracia e implementar, com urgência, a teoria do desenvolvimento organizacional, da administração empreendedora e participativa com imperativo tecnológico e humano. Prof. Me. Adm. Julio Cezar Bernardelli Mestre em Tecnologia e Sociedade. Graduado em Administração. MBA em Gestão em Ergonomia. Especialista em Gestão e Liderança. Professor universitário. “O CRA-PR não se responsabiliza pelo conteúdo do artigo publicado, que é de total responsabilidade do(a) autor(a)”
Ciclo Paranaense de Webinário Sobre Gestão: Reinvenção e as Lições da Pandemia dia 23/09/2020 às 19h
Gestão financeira e de pessoas mais uma vez em alta

Segmentos despontam como protagonistas da Administração, durante a crise pandêmica As áreas de Finanças e Recursos Humanos estão entre as mais valorizadas em 2020, segundo dados da consultoria Robert Ralf. Em levantamento realizado com 384 executivos, 81% dos entrevistados afirmam que existe dificuldade de encontrar mão de obra qualificada em tais segmentos, em que pretendem contratar. De acordo com a administradora e coordenadora do curso de Administração da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Gisely Jorge Mesquita, a crise econômica gerada pela pandemia fez com que as empresas buscassem profissionais, sobretudo, na área de Finanças. O motivo seria para melhorar o fluxo de caixa e garantir maior eficiência do capital de giro. Ela explica que os setores de planejamento financeiro, tesouraria, gestão de custos e controladoria têm assumido papel fundamental e estratégico nas empresas, tendo em vista a queda do faturamento, durante a pandemia. Com isso, os custos fixos de curto prazo e atenção ao crédito viraram prioridade no momento. “As empresas têm buscado profissionais de Finanças que saibam controlar o caixa e administrar redução de custos. Também têm contratado peritos em reestruturação financeira e especialistas em operações de fusões e aquisições de negócios, a preço baixo, para aproveitar a crise”, revela. O gestor financeiro ainda atua no planejamento de finanças e tem entre seus objetivos alcançar o equilíbrio e rentabilidade das empresas. Segundo Mesquita, ele trabalha para promover retorno financeiro e a liquidez (conversão de um bem ou ativo em dinheiro — sem perdas ou prejuízos). “Em síntese, ele avalia custos e opções de financiamento, faz checagem de tributos e retorno de investimentos. Também controla o fluxo de caixa e aplicação de recursos — das mais diversas movimentações bancárias —, de forma que se verifiquem todo o capital disponível na empresa”, relata. Profissional liberal Outra possibilidade para quem atua no segmento financeiro é trabalhar por conta própria, como é o caso da consultora, Rosany Abreu Martins. Durante a crise, ela passou a atuar com finanças pessoais e divulga seu trabalho na internet. Por meio do perfil no Instagram “Menos é Mais”, ela fala sobre a importância da educação financeira e dá dicas técnicas sobre o assunto. “É importante que a área de Finanças pessoais faça parte do cotidiano das pessoas, pois não é possível administrar a vida pessoal se não soubermos gerir o nosso próprio dinheiro. Só assim é possível passar com tranquilidade por momentos de crises e obter grandes conquistas”, pontua. Gestão de Pessoas O setor de Recursos Humanos (RH), que já vinha crescendo na última década, ganhou ainda mais destaque, devido à complexidade em cuidar de pessoas durante a pandemia, explica o administrador e diretor executivo do Instituto Inteletto de Desenvolvimento de Competências, Pedro Paulo Carbone. Ele ressalta que além de deixar as pessoas enclausuradas, a crise sanitária alterou as formas de trabalho e provocou diminuição da renda do trabalhador. “Isso amplificou os conflitos interpessoais e colocou novos desafios a todos, nas relações que emergiram: tanto no seio familiar como no campo profissional. Nesse novo cenário, a visão tradicional de qualificação de pessoas para funções específicas diluiu-se, porque a sociedade e os mercados não são mais previsíveis como antes”, explica. Segundo Carbone, a principal demanda dos setores de RH na atualidade é gerir portfólios de competências, em contexto de candidatura às vagas e conflitos permanentes. A pandemia apresentou um ‘novo normal’ em que o home office veio para ficar e passou a exigir do trabalhador, em geral, competências em saber lidar com pessoas, sem a presença física, e conciliar as atividades profissionais com os afazeres do lar. Carbone explica que a carreira de RH historicamente está dividida em dois blocos: aquele que cuida de processos, e o que gere pessoas. O RH que cuida de processos é estável, cuida do treinamento operacional, da linha de produção e desenvolve competências técnicas. Já o RH que cuida de pessoas está preocupado com novos perfis de competências que respondam às estratégias e novas demandas do negócio. Precisa lidar com atração e manutenção de talentos, desenvolver competências comportamentais e saber desenvolver e aplicar políticas de reconhecimento do trabalhador. “Também ajuda os gestores a administrar o clima organizacional, por vezes em conflito, e a promover a diversidade e o compartilhamento permanente de conhecimentos. Para fazer isso, o RH que cuida de pessoas precisa conhecer bem seu funcionário, daí o crescimento do People Analytics”, esclarece. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA.
Defensoria Pública do DF abre concurso com oportunidades para ADM

Estão abertas as inscrições do concurso da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF). A seleção oferece 60 vagas para o cargo de analista de apoio à assistência judiciária da carreira de Apoio à Assistência Judiciária do Distrito Federal. Para os Administradores com registro em Conselho Regional de Administração (CRA), são ofertadas oito vagas. Os interessados têm até 5 de outubro de 2020 para fazer a inscrição no site do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), empresa organizadora do concurso. A taxa custa R$ 101,87. A seleção será composta de provas objetivas e prova discursiva, a serem aplicadas no dia 8 de novembro. Os aprovados serão convocados, ainda, para a fase de avaliação de títulos. Para concorrer, basta se inscrever no site do Cebraspe, Organização Social responsável pela realização do concurso, até 5 de outubro de 2020. A taxa custa R$ 101,87, e deve ser paga até o dia 7 de outubro deste ano. A remuneração inicial é de R$ 5.241,22 e a carga horária segue sendo de 35 horas semanais. Outras informações e edital, clique aqui. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
Registro é gratuito para alunos de Administração e cursos conexos

Faltam poucos meses para o carioca Josué Ahrens Espíndola concluir o curso de bacharelado em Administração. Ele estuda na faculdade Estácio de Sá, na capital fluminense, e, depois de assistir a uma palestra do Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro (CRA-RJ), ele conheceu o Sistema CFA/CRAs. Josué exibe com orgulho a sua Carteira de Estudante de Administração. A vivência com o coordenador do curso, Ubiratan dos Santos Silva, e estimulado pelo regional, Josué decidiu obter o registro de estudante. Ele tem a carteira de estudante desde 2018, ano em que o Conselho Federal de Administração (CFA) aprovou a Resolução Normativa CFA n.º 543, que dispõe sobre o registro de estudantes da Administração e de cursos conexos em Conselhos Regionais de Administração (CRAs). Com a RN, o CFA atendeu uma demanda antiga dos regionais e dos próprios os alunos, que passam a contar com uma identidade estudantil totalmente renovada. “Além de criar vínculo com o Sistema CFA/CRAs desde a fase estudantil, o aluno que solicitar o registro como estudante no CRA terá vários benefícios como facilidade para acessar cursos, palestras e eventos promovidos pelos CRAs e acesso diferenciado a informativos e quaisquer outros serviços que o CRA venha a oferecer”, garante o presidente do CFA, Mauro Kreuz. Josué confirma esses benefícios. “O registro no CRA proporcionou facilidades a cursos e eventos culturais”, diz o futuro administrador, que escolheu a profissão por ela ser abrangente. “Ela possibilita trabalhar em qualquer área. As ferramentas aprendidas na Administração servem para todas as profissões, e elas precisam saber os princípios da Administração”, explica. O estudante já planeja a vida após a faculdade. “Meus planos futuros são fazer uma pós graduação na área, seguida de um mestrado e continuar agregando valor na minha trajetória profissional”, projeta o estudante. Saiba mais Quer fazer como o Josué e ter o registro no CRA? Podem solicitar a Carteira de Estudante de Administração (CEA) os estudantes regularmente matriculados nos cursos de bacharelado em Administração; superiores conexos à Administração, considerados nas Resoluções Normativas editadas pelo CFA; educação profissional técnica de nível médio, conexos à Administração, considerados nas Resoluções Normativas editadas pelo CFA. O registro e a expedição da CEA serão realizados gratuitamente pelos CRAs e terá validade de dois anos, contados da data de sua expedição. Para ter acesso à lista de necessários para dar entrada no pedido de registro, clique aqui e conheça a RN CFA n.º 543. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
CFA lança comissão para fortalecer a presença feminina no mercado de trabalho

O Conselho Federal de Administração (CFA) apresentou hoje a Comissão Especial ADM-Mulher, criada para trabalhar pela atuação, fortalecimento e visibilidade das profissionais de Administração no Sistema CFA/CRAs e no mercado de trabalho de forma geral. Por conta da Covid-19, o lançamento foi realizado via internet, em um webinar que reuniu o presidente da autarquia, Mauro Kreuz; a coordenadora da Comissão, Cláudia Stadtlober; a vice-coordenadora da Comissão, Ione Salem; e a presidente do CRA-BA e membro da Comissão, Tânia Dias. A ideia de reunir essas profissionais em uma iniciativa mais focada surgiu de um grupo de mulheres de diferentes regionais e ganhou força e celeridade exatamente durante a pandemia. Para Cláudia Stadtlober, é preciso pensar no papel de mulheres gestoras na atualidade. Ao citar a última pesquisa de Perfil do Administrador, ela afirmou que as mulheres vêm crescendo muito em números de registros profissionais. Registrou que nas escolas de gestão a maior parte dos alunos é de mulheres e que “essa representatividade também tem que aparecer no meio político, no mercado de trabalho e sempre com essa ideia de soma para termos um equilíbrio no meio profissional”. Na construção do projeto, o grupo redigiu também um manual orientativo para aqueles regionais que também quiserem implementar comissões dessa natureza. “O manual é um guia, mas que deve ser flexibilizado para atender as características sociais, culturais e financeiras daquele CRA”, explicou Ione Salem. O Conselho Regional de Administração da Bahia foi o primeiro dos regionais a aderir o projeto. Desde 2015, o CRA-BA já trabalha com os Fóruns das Mulheres, cujos objetivos são semelhantes aos do ADM-Mulher. “Decidimos realizar o lançamento da comissão na Bahia hoje, junto com o Federal, para aproveitar o orçamento do próximo ano e o planejamento do próximo biênio. Nossos objetivos gerais continuam os mesmos: o de um trabalho de visibilidade da profissão exercida pela mulher”, afirmou Tânia Dias. As gestoras enfatizaram que, apesar de o foco da Comissão ser o público feminino, a ideia é a colaboração entre homens e mulheres na construção de um modelo de gestão em que todos os profissionais possam ocupar os seus espaços de forma saudável e parceira. Um momento histórico que marcará a trajetória do Sistema. Foi assim que Mauro Kreuz classificou a iniciativa. “Eu não tenho dúvidas de que essa comissão frutificará e muito porque eu sou testemunha das vossas capacidades. A profissão ganha muito”, concluiu. Elisa Ventura Assessoria de Comunicação CFA